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Paulinho da Força diz que apresentará relatório da anistia até quarta e evita citar Bolsonaro

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 18/09/2025 às 14:30 · Atualizado há 1 semana
Paulinho da Força diz que apresentará relatório da anistia até quarta e evita citar Bolsonaro
Foto: Reprodução / Arquivo

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Por Cleber Lourenço

O deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), relator do projeto que trata da anistia dos criminosos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, afirmou nesta quinta-feira que não conseguirá entregar o relatório preliminar nesta sexta-feira, como havia sido anunciado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). O parlamentar justificou que precisa conversar com diferentes lideranças antes de consolidar um texto.

“Na manhã não dá tempo, não. Eu tenho que conversar com as pessoas, falei isso hoje para o Hugo Motta. Não tem como apresentar um relatório preliminar amanhã, não”, disse em conversa com o ICL Notícias. Segundo ele, a nova previsão é apresentar o texto “terça, quarta-feira da semana que vem”.

Em coletiva com a imprensa, Paulinho reforçou que o relatório não terá como foco atender a nomes específicos. “Eu não sei se o meu texto vai agradar a todos, ou vai salvar o Bolsonaro, digamos assim”, declarou. A frase expõe a pressão exercida pelos aliados do ex-presidente, mas também demonstra cautela em não assumir publicamente que a medida o beneficiará.

Paulinho da Força (Foto: EBC)

Já ao ICL Notícias, o relator buscou enquadrar a iniciativa em termos mais genéricos. “O projeto que nós estamos tocando, nem o Mota chamou de anistia, nós estamos chamando de ‘um projeto para pacificar o país’ e eu não vou fazer nenhum relatório para individualizar pessoas, eu vou trabalhar num relatório que possa ser amplo e que possa beneficiar com certeza a maioria das pessoas.”

Ao mencionar Bolsonaro de forma indireta e negar a elaboração de um relatório para “salvar” o ex-presidente, o relator sinaliza que o conteúdo ainda está em aberto e dependerá das articulações políticas dos próximos dias. Por outro lado, ele também, mesmo que de maneira indireta, não descarta que o ex-presidente que tentou destruir a democracia brasileira junto aos militares.

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