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Organização admite “erro” por convidar tenista com atuação desastrosa

Organizadores de um torneio de tênis em Nairóbi, no Quênia, confessaram ter cometido um "erro" ao conceder um convite (wildcard) a uma jogadora que viralizou...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 08/01/2026 às 21:16 · Atualizado há 1 dia
Organização admite “erro” por convidar tenista com atuação desastrosa
Foto: Reprodução / Arquivo

Organizadores de um torneio de tênis em Nairóbi, no Quênia, confessaram ter cometido um "erro" ao conceder um convite (wildcard) a uma jogadora que viralizou nas redes sociais por uma atuação desastrosa em quadra, que incluiu falta de conhecimento sobre regras básicas do esporte.

Competindo sob a bandeira do Egito, Hajar Abdelkader perdeu por 6-0 e 6-0 para a alemã Lorena Schaedel, número 1.026 do mundo, em 37 minutos, por um torneio ITF W35, na quarta-feira (07). Ela venceu apenas três pontos e cometeu 20 duplas faltas.

A amadora de 21 anos parecia não estar familiarizada com a forma de jogar o esporte, acertando menos de um em cada dez primeiros serviços e precisando que a adversária a orientasse sobre o lado correto da quadra para realizar o saque.

pior estreia profissional da história

— Os vídeos viralizaram, com alguns chamando a partida de a .

A Tennis Kenya, entidade anfitriã do evento, afirmou que Abdelkader recebeu um wildcard de última hora depois que outra jogadora desistiu pouco antes do torneio. A decisão, segundo eles, foi tomada com base nas informações fornecidas pela própria jogadora.

Em retrospecto, esse wildcard não deveria ter sido concedido

— disse a Tennis Kenya em um comunicado publicado nesta quinta-feira. “A federação tomou nota dessa experiência e garantirá que uma ocorrência extremamente rara como essa nunca mais aconteça.”

A Federação Egípcia de Tênis se distanciou do episódio, dizendo ao Daily Mail e à BBC que Abdelkader não é registrada na entidade e que não teve qualquer participação em sua indicação ou inscrição.

Eles acrescentaram que não possuem mais informações sobre o histórico da jogadora no tênis, apesar de seu perfil na ITF afirmar que ela pratica o esporte desde os 14 anos de idade.

A Tennis Kenya informou ainda que entrou em contato com ambas as jogadoras envolvidas para oferecer apoio, diante da extensão e da natureza da cobertura sobre a partida extremamente desequilibrada, que fez parte do nível inicial do tênis profissional, mas que ainda concedem premiação em dinheiro e pontos no ranking.

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