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O que a compra da vinícola argentina Renacer repre...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 13/12/2024 às 19:23 · Atualizado há 1 hora

O que a compra da vinícola argentina Renacer repre...

O Grupo Miolo anunciou a compra da Bodega Renacer, em Mendoza, na Argentina. Com isso, dá o primeiro passo fundamental para seu processo de internacionalização. A notícia chacoalhou o mundo do vinho nacional, já que o tamanho e a importância da Miolo no mercado nacional dá um peso adicional ao anúncio.

Segundo a estratégia da Miolo, a Renacer, instalada em Luján de Cuyo, primeira denominação de origem do continente americano, representa o quinto terroir da Miolo. O primeiro, original, fica no Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul. Depois, em 2000, foi para a Campanha Meridional com a Vinícola Seival, em Candiota (RS). Em 2001, com a vinícola Terranova, passou a produzir também em Casa Nova, na Bahia, no Vale do São Francisco. Em 2009, com a vinícola Almadém, agregou o quarto terroir, em Santana do Livramento (RS).

A Bodega Renacer está em Pendriel, aos pés da Cordilheira dos Andes. Foi fundada em 2003 pelo chileno Patrício Reich e produz uma linha de rótulos de alta gama com as uvas Malbec, uma das favoritas dos brasileiros, Cabernet Franc e Cabernet Sauvignon, principalmente. Seu restaurante, também chamado Renacer, foi indicado pela versão Argentina do Guia Michelin 2024. Embora os vinhos da Bodega não sejam tão famosos pelos brasileiros, o potencial é grande.

Ao ter uma operação na Argentina, a Miolo deve abrir não apenas uma importante frente de negócios ao trazer os rótulos argentinos para o público brasileiro quanto aproveitar o forte movimento enoturístico que tem levado tantos turistas ao país vizinho.

Segundo o comunicado oficial, a expectativa é fazer ainda um intercâmbio tecnológico, de conhecimentos e de experiências. “Para nós, da Miolo, vai ser um passo importante na internacionalização da empresa e na expansão de um novo terroir, nosso quinto. Com isso, também mantemos viva nossa essência de viticultores “desbravadores”, desde 1897, quando Giuseppe Miolo chegou ao Brasil, atravessando o Atlântico para plantar suas primeiras vinhas”, disse o Diretor Superintendente da Miolo Wine Group, Adriano Miolo, na nota.

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