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Nos EUA, agente de imigração mata mulher a tiros e Trump defende ação

Uma mulher de 37 anos morreu após ser baleada por um agente federal de imigração durante uma operação do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos ...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 07/01/2026 às 18:42 · Atualizado há 3 dias
Nos EUA, agente de imigração mata mulher a tiros e Trump defende ação
Foto: Reprodução / Arquivo

Uma mulher de 37 anos morreu após ser baleada por um agente federal de imigração durante uma operação do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) em Minneapolis, no estado de Minnesota, nesta quarta-feira (7). A vítima, segundo autoridades locais, que seria uma cidadã americana, estava dentro de um carro e acabou colidindo o veículo contra um poste após ser atingida pelos disparos.

Segundo autoridades federais, o agente abriu fogo depois que a mulher supostamente avançou com o carro contra os oficiais. O Departamento de Segurança Interna (DHS) afirmou que o disparo ocorreu em legítima defesa, versão que também foi endossada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Autoridades municipais, no entanto, contestaram essa versão, descrevendo o tiroteio como uma reação exagerada por parte do agente federal. O prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, do Partido Democrata, afirmou em suas redes sociais que a presença de agentes de imigração tem causado “caos” na cidade e exigiu a retirada imediata do ICE do município.

Após a morte, Trump saiu publicamente em defesa do agente do ICE e afirmou que imagens do episódio indicariam uma tentativa “brutal” e “deliberada” de atropelamento. Em uma rede social, o presidente publicou um vídeo da ação, descreveu a mulher como “extremamente desordeira”.

A secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, também defendeu a atuação do ICE e classificou a ação da mulher como um ato de “terrorismo doméstico”. Segundo ela, os agentes tentavam remover um veículo que havia ficado preso na neve quando ocorreu o episódio.

O caso provocou protestos no local, com manifestações contra a atuação de agentes federais e locais. Minneapolis e a vizinha St. Paul permanecem em estado de alerta em meio à ofensiva migratória do governo Trump.

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