O empresário Bruno Guerra da Silva, de 44 anos, morreu às margens do Lago Corumbá, em Caldas Novas, no sul de Goiás, após um desentendimento sobre o uso de uma moto aquática.
O crime aconteceu no domingo (4). Segundo a Polícia Militar, o suspeito dos disparos estava dirigindo uma moto aquática no lago, quando começou a discutir com um dos funcionários de um guarda-barcos. .
Após a discussão, o suspeito teria ido até o apartamento dele, onde pegou uma arma e voltou ao guarda-barco. Lá, ele disparou contra o proprietário do estabelecimento.
O suspeito foi preso em flagrante, passou por audiência de custódia nesta segunda-feira (5) e permanece preso. .
Polícia prende suspeito de matar empresário após desentendimento em Lago Corumbá
O empresário Bruno Guerra da Silva, de 44 anos, morreu às margens do Lago Corumbá, em Caldas Novas, no sul de Goiás, após um desentendimento sobre o uso de uma moto aquática. Um homem de 33 anos também foi atingido pelos disparos.
O crime aconteceu no domingo (4). Segundo a Polícia Militar, o suspeito dos disparos estava dirigindo uma moto aquática no lago, quando começou a discutir com um dos funcionários de um guarda-barcos.
Após a discussão, o suspeito teria ido até o apartamento dele, onde pegou uma arma e voltou ao guarda-barco. Lá, ele disparou contra o proprietário do estabelecimento. O suspeito foi preso em flagrante, passou por audiência de custódia nesta segunda-feira (5) e permanece preso.
Por meio de nota, a defesa do suspeito informou que os fatos continuam sendo apurados e que não há um conjunto de provas capaz de permitir conclusões sobre os acontecimentos (veja a nota completa ao final da reportagem).
Bruno Guerra da Silva, de 44 anos, foi morto a tiros às margens do Lago Corumbá, em Caldas Novas — Foto: Reprodução/TV Anhanguera
Segundo o Batalhão de Policiamento Turístico (BPTUR), o suspeito fugiu em uma moto após o crime. Entretanto, ele foi localizado em uma região de matagal e encaminhado à Central de Flagrantes de Caldas Novas.
O suspeito já tinha condenação por receptação, tráfico de drogas, associação para o tráfico e comércio ilegal de armas de fogo. No dia do crime, ele cumpria pena em regime semiaberto e, agora, deve responder por homicídio qualificado e tentativa de homicídio. Ao g1, a Polícia Civil disse que foi aberto um inquérito policial para investigar a causa do crime.
O Escritório Soares e Silva Advocacia, por meio dos advogados Kênia Pereira e Manoel Soares, vem a público esclarecer que atua na representação de Marcelo, citado em recentes reportagens veiculadas pela imprensa.
Neste momento inicial, a defesa informa que os fatos ainda estão em fase de apuração pelas autoridades competentes, inexistindo, até o presente momento, um conjunto probatório definitivo capaz de permitir conclusões seguras acerca da dinâmica dos acontecimentos e das responsabilidades envolvidas.
A defesa acompanha atentamente os atos investigativos, confia no regular andamento do devido processo legal e ressalta que qualquer análise de mérito é absolutamente prematura, devendo ser realizada apenas após a completa produção de provas, o exercício pleno do contraditório e da ampla defesa.
Por respeito à Justiça, às partes envolvidas e à própria sociedade, a defesa se resguarda no direito de se manifestar oportunamente nos autos, no momento processual adequado, evitando especulações ou julgamentos antecipados.
O Escritório Soares e Silva Advocacia reafirma seu compromisso com a legalidade, com a técnica jurídica e com a preservação dos direitos e garantias fundamentais assegurados pela Constituição Federal.
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