Desde as primeiras horas da manhã desta segunda-feira (5), a Central de Atendimento ao Cidadão (CAC), em Campo Grande, registrou grande movimentação de contribuintes em busca de informações e contestação do valor do IPTU 2026.
Muitos moradores reclamam do aumento do imposto e da redução do desconto para pagamento à vista.
O prazo para garantir esse desconto vai até o dia 12 de janeiro, mesma data de vencimento da primeira parcela para quem optar pelo parcelamento, que pode ser feito em até 12 vezes, sem desconto.
Com aumento do IPTU 2026, contribuintes buscam contestação na Central do Cidadão — Foto: Ingrid Rocha/ TV Morena
Desde as primeiras horas da manhã desta segunda-feira (5), a Central de Atendimento ao Cidadão (CAC), em Campo Grande, registrou grande movimentação de contribuintes em busca de informações e contestação do valor do IPTU 2026. Muitos moradores reclamam do aumento do imposto e da redução do desconto para pagamento à vista.
A Central funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, sem intervalo, e tem sido procurada principalmente por quem deseja entender o reajuste, renegociar débitos e contestar administrativamente o valor cobrado pela prefeitura.
O aposentado José Ferreira Rosa acompanhou as informações pelo computador e diz que não ficou satisfeito ao ver a prévia do imposto.
Além das reclamações individuais, a Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso do Sul (OAB-MS) e outras cinco entidades comerciais e profissionais de Campo Grande questionam o aumento. A Câmara Municipal também criou um grupo técnico especializado para analisar os critérios usados na definição dos novos valores.
Neste ano, o IPTU em Campo Grande teve reajuste médio de 5,32%, conforme a prefeitura. Além disso, o desconto para pagamento à vista, que por muitos anos foi de 20%, caiu para 10% em 2026.
O prazo para garantir esse desconto vai até o dia 12 de janeiro, mesma data de vencimento da primeira parcela para quem optar pelo parcelamento, que pode ser feito em até 12 vezes, sem desconto.
O abatimento é exclusivo para contribuintes sem débitos inscritos em dívida ativa. Quem possui pendências pode quitar a dívida e reemitir o carnê com desconto, serviço também disponível na Central do Cidadão.
O que muitos contribuintes ainda não sabem é que é possível contestar individualmente o valor do IPTU. O pedido deve ser feito por meio de uma contestação administrativa junto à Coordenadoria de Julgamentos e Consultas da Secretaria Municipal da Fazenda.
O prazo para apresentar o pedido vai até 10 de março de 2026. Para iniciar o processo, o contribuinte deve acessar o site do IPTU e clicar na opção “Não concordo com o valor”, onde estão disponíveis os formulários.
Segundo especialistas, durante a análise da contestação, a cobrança do imposto pode ser suspensa.
Segundo a Secretaria Municipal de Fazenda, o reajuste de 5,32% tem como base o IPCA-E, índice utilizado para correção da inflação. A prefeitura afirma que o aumento é previsto em lei e não precisa de aprovação da Câmara.
Ainda assim, após as reclamações, a Câmara de Vereadores informou que vai abrir uma comissão para cobrar explicações do município sobre o aumento do IPTU e a redução do desconto para pagamento à vista.
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Muitos moradores reclamam do aumento do imposto e da redução do desconto para pagamento à vista.
O prazo para garantir esse desconto vai até o dia 12 de janeiro, mesma data de vencimento da primeira parcela para quem optar pelo parcelamento, que pode ser feito em até 12 vezes, sem desconto.
Com aumento do IPTU 2026, contribuintes buscam contestação na Central do Cidadão — Foto: Ingrid Rocha/ TV Morena
Desde as primeiras horas da manhã desta segunda-feira (5), a Central de Atendimento ao Cidadão (CAC), em Campo Grande, registrou grande movimentação de contribuintes em busca de informações e contestação do valor do IPTU 2026. Muitos moradores reclamam do aumento do imposto e da redução do desconto para pagamento à vista.
A Central funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, sem intervalo, e tem sido procurada principalmente por quem deseja entender o reajuste, renegociar débitos e contestar administrativamente o valor cobrado pela prefeitura.
O aposentado José Ferreira Rosa acompanhou as informações pelo computador e diz que não ficou satisfeito ao ver a prévia do imposto.
Além das reclamações individuais, a Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso do Sul (OAB-MS) e outras cinco entidades comerciais e profissionais de Campo Grande questionam o aumento. A Câmara Municipal também criou um grupo técnico especializado para analisar os critérios usados na definição dos novos valores.
Neste ano, o IPTU em Campo Grande teve reajuste médio de 5,32%, conforme a prefeitura. Além disso, o desconto para pagamento à vista, que por muitos anos foi de 20%, caiu para 10% em 2026.
O prazo para garantir esse desconto vai até o dia 12 de janeiro, mesma data de vencimento da primeira parcela para quem optar pelo parcelamento, que pode ser feito em até 12 vezes, sem desconto.
O abatimento é exclusivo para contribuintes sem débitos inscritos em dívida ativa. Quem possui pendências pode quitar a dívida e reemitir o carnê com desconto, serviço também disponível na Central do Cidadão.
O que muitos contribuintes ainda não sabem é que é possível contestar individualmente o valor do IPTU. O pedido deve ser feito por meio de uma contestação administrativa junto à Coordenadoria de Julgamentos e Consultas da Secretaria Municipal da Fazenda.
O prazo para apresentar o pedido vai até 10 de março de 2026. Para iniciar o processo, o contribuinte deve acessar o site do IPTU e clicar na opção “Não concordo com o valor”, onde estão disponíveis os formulários.
Segundo especialistas, durante a análise da contestação, a cobrança do imposto pode ser suspensa.
Segundo a Secretaria Municipal de Fazenda, o reajuste de 5,32% tem como base o IPCA-E, índice utilizado para correção da inflação. A prefeitura afirma que o aumento é previsto em lei e não precisa de aprovação da Câmara.
Ainda assim, após as reclamações, a Câmara de Vereadores informou que vai abrir uma comissão para cobrar explicações do município sobre o aumento do IPTU e a redução do desconto para pagamento à vista.
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