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Justiça nega habeas corpus a jornalista que Carla Zambelli perseguiu armada em 2022

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 22/10/2024 às 23:00 · Atualizado há 1 dia
Justiça nega habeas corpus a jornalista que Carla Zambelli perseguiu armada em 2022
Foto: Reprodução / Arquivo

O jornalista que ganhou projeção nacional em outubro de 2022, às vésperas das eleições, após ser perseguido sob a mira de uma arma pela deputada federal Carla Zambelli (PL), teve seu habeas corpus negado pela Justiça paulista. Ele foi condenado por difamação contra a parlamentar.

O caso teve grande repercussão às vésperas da última eleição presidencial e a deputada alegou ter sido empurrada, algo que não apareceu no vídeo que flagrou episódio. Carla Zambelli até agora não sofreu nenhuma punição.

Luan foi condenado em junho, acusado de difamar a deputada em um artigo publicado após o ocorrido.

Momento em que Carla Zambelli aponta uma arma de fogo para Luan Araújo (Foto: Reprodução/Redes sociais)

Pela perseguição armada, Zambelli é ré no Supremo Tribunal Federal (STF), sob acusação de porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal. A ação, contudo, ainda não foi julgada.

Luan foi processado pela deputada após publicar um artigo no qual diz que ela “segue uma seita de doentes de extrema direita” e que “segue cometendo atrocidades atrás de atrocidades”.

No processo, Carla Zambelli disse que as falas do jornalista eram ofensivas e irresponsáveis.

O jornalista foi condenado a uma pena de oito meses de detenção em regime aberto, mas a punição foi alterada para a prestação de serviços comunitários pelo mesmo período.

Segundo o juiz Fabrício Zia, responsável pelo caso, o tom e as palavras de Luan ultrapassaram o fato “objetivo” do jornalismo, sendo considerado puramente uma ofensa à Zambelli.

Luan alegou ser inocente, dizendo que apenas exerceu sua profissão e estava amparado pelo direito da liberdade de expressão, mas o caso transitou em julgado.

Pedido de Habeas Corpus

Na última quarta-feira (17), os desembargadores do TJ-SP recusaram o pedido de habeas corpus de Luan Araújo, no qual ele alegava que havia apresentado recurso dentro do prazo legal.

De acordo com eles, o jornalista não pagou as taxas para a apresentação do recurso dentro do prazo.

Após a rejeição, Luan terá que cumprir a sentença dos oito meses de serviço comunitário.

 

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