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Índices futuros operam estáveis nesta quarta (9)

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 09/07/2025 às 08:32 · Atualizado há 1 semana
Índices futuros operam estáveis nesta quarta (9)
Foto: Reprodução / Arquivo

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Os índices futuros dos Estados Unidos operam próximos da estabilidade nesta quarta-feira (9), em um cenário de cautela global. Investidores aguardam a divulgação da ata da última reunião do Fed (Federal Reserve, o banco central estadunidense), prevista para as 15h, que pode oferecer pistas sobre os próximos passos da política monetária dos Estados Unidos.

O mercado também digere novas declarações do presidente Donald Trump, que voltou a adotar um tom protecionista sobre adoção de mais sobretaxas. Na terça-feira, ele anunciou uma tarifa de 50% sobre as importações de cobre e ameaçou impor taxas de até 200% sobre exportações farmacêuticas, com possível vigência em até 18 meses. Trump ainda prometeu novas medidas tarifárias setoriais, com anúncios previstos ao longo do dia.

As sinalizações já provocam reações em mercados emergentes e setores ligados ao comércio exterior. Nos EUA, a agenda econômica inclui os estoques de petróleo às 11h. No Brasil, o destaque é o fluxo cambial semanal, divulgado às 14h30.

Brasil

O Ibovespa caiu 0,13% na terça-feira (8), aos 139.302 pontos, acompanhando o clima cauteloso de Wall Street em meio à nova guerra comercial deflagrada por Donald Trump, que reafirmou o início de novas tarifas para 1º de agosto. O dólar também recuou, a R$ 5,445 (-0,59%).

Em dia de agenda fraca no Brasil e no exterior, o mercado financeiro monitorou as falas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que criticou a interferência de Trump em relação ao STF (Supremo Tribunal Federal) e destacou negociações tarifárias em curso com os EUA. Já o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, defendeu maior clareza na comunicação da política monetária.

Apesar do viés negativo, o Ibovespa foi sustentado por altas da Petrobras (+1,43%) e da Vale (+0,35%), impulsionadas pela valorização do petróleo. PRIO e Brava também registraram ganhos relevantes no dia.

Europa

As bolsas europeias operam em trajetória positiva, com os investidores também monitorando os novos anúncios tarifários de Donald Trump. Por lá, os agentes também acompanham discursos de membros do BCE (Banco Central Europeu), enquanto o BoE (Banco da Inglaterra) publica seu Relatório de Estabilidade Financeira semestral.

STOXX 600: +0,42%
DAX (Alemanha): +0,60%
FTSE 100 (Reino Unido): +0,28%
CAC 40 (França): +0,63%
FTSE MIB (Itália): +1,20%

Estados Unidos

Os índices futuros dos EUA operam sem direção única hoje, enquanto os agentes aguardam a divulgação da ata da reunião de junho do Fed (Federal Reserve), quando foram mantidas as taxas de juros e houve indicação de dois cortes ainda este ano.

Dow Jones Futuro: +0,03%
S&P 500 Futuro: -0,02%
Nasdaq Futuro: -0,04%

Ásia

Os mercados asiáticos fecharam de forma mista, depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, descartou uma extensão do prazo de tarifas que começaria em 1º de agosto.

Shanghai SE (China), -0,13%
Nikkei (Japão): +0,33%
Hang Seng Index (Hong Kong): -1,02%
Kospi (Coreia do Sul): +0,60%
ASX 200 (Austrália): -0,61%

Petróleo

Os preços do petróleo sobem enquanto os investidores acompanham os desdobramentos da mais nova guerra tarifária deflagrada por Donald Trump.

Petróleo WTI, +0,48%, a US$ 68,66 o barril
Petróleo Brent, +0,56%, a US$ 70,54 o barril

Agenda

Nos EUA, o destaque é a divulgação da ata do Fomc.

Por aqui, no Brasil, o deputado Arthur Lira (PP-AL) anunciou que pode concluir ainda nesta ou na próxima semana o relatório que eleva a faixa de isenção do Imposto de Renda para R$ 5 mil, podendo prever alíquotas mínimas de 8% ou 9% em vez dos 10% propostos pelo governo. A proposta quer compensar a renúncia fiscal com uma cobrança progressiva sobre dividendos, já que o imposto mínimo enfrenta resistência na comissão especial. A aprovação depende do consenso das bancadas, enquanto o governo teme que ampliar o escopo dificulte a votação. Lira destacou a necessidade de diálogo para superar o atual impasse político e legislativo. A votação deve ocorrer antes do recesso, mas ainda enfrenta desafios.

*Com informações do InfoMoney e Bloomberg

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