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Índices futuros dos EUA avançam nesta segunda (30)

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 30/06/2025 às 08:15 · Atualizado há 22 horas
Índices futuros dos EUA avançam nesta segunda (30)
Foto: Reprodução / Arquivo

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Os índices futuros dos Estados Unidos operam no campo positivo, nesta segunda-feira (30), refletindo o avanço nas negociações comerciais entre o governo Trump, a China e a União Europeia. O movimento dá continuidade aos ganhos da semana anterior, quando Wall Street renovou recordes, amparado pela trégua nas tensões geopolíticas e apostas em cortes de juros pelo Federal Reserve.

Enquanto as negociações entre EUA, China e UE avançam, o mesmo não acontece com o Canadá, que anunciou no domingo (29) que revogará os impostos que afetam empresas de tecnologia dos Estados Unidos, com a esperança de alcançar um acordo comercial com Washington, após Donald Trump ter cancelado as negociações com Ottawa em represália à cobrança.

Sem indicadores relevantes no radar americano, o foco do mercado se volta para o discurso de Raphael Bostic, presidente do Fed de Atlanta, às 11h. Como membro votante do FOMC (Comitê Federal do Mercado Aberto) do banco central estadunidense, suas declarações podem sinalizar os próximos passos da política monetária.

Na Europa, investidores acompanham o fórum anual do BCE (Banco Central Europeu) em Sintra, Portugal, com a presença de líderes monetários globais.

No Brasil, o dia começa com a divulgação do Boletim Focus do Banco Central e do resultado primário do governo central de maio. À tarde, o Ministério do Trabalho apresenta os dados do Caged, com expectativa de criação líquida de 179 mil vagas formais. Em Brasília, o presidente Lula cumpre agenda com ministros e lança o Plano Safra da Agricultura Familiar 2025/2026.

Brasil

O Ibovespa encerrou a sexta-feira (27) com leve queda de 0,18%, aos 136.865,79 pontos, devolvendo parte da alta da véspera e consolidando a segunda semana seguida de perdas. O recuo foi de 248,10 pontos. No acumulado semanal, a baixa também foi de 0,18%.

O dólar comercial caiu 0,27%, a R$ 5,483, enquanto os juros futuros (DIs) encerraram o dia mistos, refletindo a incerteza sobre o cenário fiscal e a trajetória da taxa Selic.

A crise entre Executivo e Legislativo, após o Congresso derrubar o decreto do governo sobre o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), gerou cautela nos mercados, com risco de judicialização do impasse. Mesmo indicadores positivos, como a queda da taxa de desemprego para 6,2% — o menor nível desde 2014 — e a forte queda do IGP-M de junho (-1,67%), não foram suficientes para reverter o clima negativo.

Europa

Os mercados europeus operam sem direção única nesta segunda com a entrada em vigor do acordo comercial entre Reino Unido e EUA. O pacto reduz tarifas sobre carros britânicos e elimina taxas sobre produtos aeroespaciais. No entanto, seguem pendentes ajustes sobre tarifas siderúrgicas.

STOXX 600: -0,04%
DAX (Alemanha): +0,10%
FTSE 100 (Reino Unido): -0,11%
CAC 40 (França): 0,00%
FTSE MIB (Itália): +0,01%

Estados Unidos

Os índices futuros avançam hoje, enquanto os investidores acompanham as negociações do projeto de corte de impostos proposto por Donald Trump, enquanto republicanos tentam garantir apoio para sua aprovação. A medida, segundo o Escritório de Orçamento do Congresso, pode ampliar o déficit dos EUA em até US$ 3,3 trilhões em dez anos.

Dow Jones Futuro: +0,50%
S&P 500 Futuro: +0,43%
Nasdaq Futuro: +0,60%

Ásia

Os mercados asiáticos fecharam sem direção única, com investidores atentos a dados econômicos e negociações comerciais. A produção industrial da Coreia do Sul e Japão foi destaque, junto aos PMIs da China. A atividade industrial chinesa caiu pelo terceiro mês seguido, elevando expectativas de novos estímulos.

Shanghai SE (China), +0,59%
Nikkei (Japão): +0,84%
Hang Seng Index (Hong Kong): -0,87%
Kospi (Coreia do Sul): +0,52%
ASX 200 (Austrália): +0,33%

Petróleo

Os preços do petróleo operam perto da estabilidade, já que a redução dos riscos geopolíticos no Oriente Médio e a perspectiva de outro aumento na produção da OPEP+ (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) em agosto impulsionaram a perspectiva de oferta.

Petróleo WTI, +0,05%, a US$ 65,55 o barril
Petróleo Brent, +0,10%, a US$ 67,84 o barril

Agenda

Na agenda internacional estão previstos discursos de Raphael Bostic, presidente do Fed (Federal Reserve, o banco central dos EUA) de Atlanta, às 11h; e de Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu no Fórum Anual do BCE em Sintra, Portugal.

Por aqui, no Brasil, a Aneel manteve a bandeira vermelha patamar 1 para julho deste ano, com cobrança extra de R$ 4,46 a cada 100 kWh. A decisão reflete o baixo volume de chuvas nos reservatórios, que reduz a geração hidrelétrica e eleva os custos de produção. Para compensar, o país precisa acionar termelétricas, que são mais caras. A agência recomenda que os consumidores economizem energia para evitar impactos maiores na conta. A bandeira já havia sido acionada em junho.

*Com informações do InfoMoney e Bloomberg

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