O perfil no X da Secretaria de Trabalho dos Estados Unidos publicou uma versão da bandeira do país que remete a uma versão antes da Guerra Civil americana.
A imagem divulgada é conhecida como bandeira de Betsy Ross, uma das primeiras versões do símbolo nacional dos EUA.
Ela traz 13 estrelas brancas dispostas em círculo sobre um fundo azul, em referência às 13 colônias originais que deram origem ao país no século XVIII.
A postagem ocorre em um momento de tensão diplomática entre os Estados Unidos e países europeus, cujos líderes vêm criticando publicamente decisões recentes da política externa americana.
Bandeira publicada pela Secretaria do Trabalho dos EUA. — Foto: Reprodução/X
Em meio a críticas de líderes europeus contra a política externa do governo de Donald Trump, o perfil no X da Secretaria de Trabalho dos Estados Unidos publicou uma bandeira do país que remete a uma versão antes da Guerra Civil americana.
A imagem divulgada é conhecida como bandeira de Betsy Ross, uma das primeiras versões do símbolo nacional dos EUA. Ela traz 13 estrelas brancas dispostas em círculo sobre um fundo azul, em referência às 13 colônias originais que deram origem ao país no século XVIII.
A expressão “America First” é um dos principais slogans associados ao movimento político liderado por Trump, o MAGA, e costuma ser usada para defender a priorização dos interesses americanos em relação à cooperação internacional.
Embora a bandeira de Betsy Ross tenha origem histórica e esteja associada à Revolução Americana, o símbolo tem sido reapropriado nos últimos anos por grupos conservadores e nacionalistas.
A postagem ocorre em um momento de tensão diplomática entre os Estados Unidos e países europeus, cujos líderes vêm criticando publicamente decisões recentes da política externa americana.
desrespeitando as normas internacionais
— Nesta quinta-feira, o presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que os Estados Unidos estão e "se distanciando progressivamente" de alguns aliados, em um contexto diplomático de crescente "agressividade neocolonial".
Macron fez essas declarações durante seu tradicional discurso aos embaixadores franceses em todo o mundo, que este ano ocorre após o ataque dos EUA e a captura de Nicolás Maduro na Venezuela, além de suas ameaças de anexação da Groenlândia.
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