O governo do Rio Grande do Norte convocou 1.607 professores e especialistas em Educação aprovados no concurso público realizado em 2025 para reforçar a rede estadual de ensino.
A nomeação foi publicada em uma edição extra do Diário Oficial do Estado na noite de quinta-feira (8).
O concurso previa, incialmente, 598 vagas distribuídas entre os cargos de professor e especialista nas 16 Diretorias Regionais de Educação e Cultura (DIRECs), porém o número foi ampliado.
Na avaliação da secretária de Educação do RN, professora Socorro Batista, a primeira convocação marca a retomada de uma política de contratação de servidores efetivo após quase uma década sem concurso, com impacto na organização das escolas.
Governo do RN nomeou 1.607 novos professores para a rede estadual de educação — Foto: Carmem Felix/Governo do RN
O governo do Rio Grande do Norte convocou 1.607 professores e especialistas em Educação aprovados no concurso público realizado em 2025 para reforçar a rede estadual de ensino. A nomeação foi publicada em uma edição extra do Diário Oficial do Estado na noite de quinta-feira (8).
O concurso previa, incialmente, 598 vagas distribuídas entre os cargos de professor e especialista nas 16 Diretorias Regionais de Educação e Cultura (DIRECs), porém o número foi ampliado. Além das vagas imediatas, o edital previa a formação de cadastro de reserva.
A publicação conta com lista de exames e documentos que devem ser apresentados pelos profissionais no prazo de 30 dias.
Na avaliação da secretária de Educação do RN, professora Socorro Batista, a primeira convocação marca a retomada de uma política de contratação de servidores efetivo após quase uma década sem concurso.
Ainda de acordo com ela, a medida não impacta nas despesas do Estado, visto que as nomeações ocorrem em substituição de profissionais temporários.
A aposta é que a recomposição do quadro efetivo crie um ambiente propício para sustentar a expansão de ofertas de matrículas, como por exemplo, na Educação em Tempo Integral, que será, por mais um ano, ampliada
— afirmou.
A chegada dos novos profissionais para o início do ano letivo de 2026 é vista pela gestão como uma medida estratégica para garantir continuidade pedagógica nas escolas e fortalecer o processo de ensino-aprendizagem.
A Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e do Lazer defendeu que a reposição de profissionais da Educação é amparada na Lei de Responsabilidade Fiscal.
A lei proíbe contratação de novos servidores em estados com gastos com pessoal acima do limite - caso do RN. Porém, o texto permite a reposição de pessoal nas áreas de educação, saúde e segurança mesmo em cenários de restrição, por se tratarem de serviços essenciais.
O financiamento das contratações, conforme a secretaria, será realizado com recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
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