A Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2026 começou na última sexta-feira (2) mantendo o status de maior vitrine do futebol de base no país. Ao todo, 4.564 atletas foram inscritos na competição, representando 24 países, 1.003 cidades, os 26 estados brasileiros e o Distrito Federal.
Dentro desse universo diverso, a Copinha segue chamando atenção não apenas pelo talento em campo, mas também pelos nomes e apelidos que viram assunto entre torcedores e nas arquibancadas.
Entre os países estrangeiros, a Colômbia lidera em número de representantes, seguida por Paraguai e Equador. Já no recorte nacional, São Paulo concentra a maior parte dos atletas inscritos, com 1.599 jogadores, à frente de Rio de Janeiro, com 448, e Minas Gerais, com 263. As cidades com mais representantes são São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
Os nomes mais comuns reforçam a tradição: João aparece 250 vezes, seguido por Pedro, com 204 registros, e Gabriel, com 170. Entre os mais jovens da edição estão Jose Augusto Aires Ramos e Henry França Sanches Martins, ambos com 15 anos e nascidos no mesmo dia, em 29 de dezembro de 2010.
Mas, como manda a tradição da Copinha, a lista de inscritos também revela uma criatividade que vai muito além dos números.
Se alguns apostam no apelido, outros carregam no nome uma responsabilidade pesada — ao menos no imaginário do torcedor. A Copinha 2026 reúne dezenas de jogadores batizados em homenagem a ídolos do futebol brasileiro e internacional.
Há Pelé (Trindade-GO), Garrincha (Vasco-RJ), Zidane (Atlético Piauiense-PI), Kaká (Canaã-DF) e Hulk (Osasco Sporting-SP). Nomes da geração mais recente também aparecem com força, como Richarlison (Ferroviário-CE), Militão (Tuna Luso-PA) e Camavinga (Tuna Luso-PA).
Alguns casos se multiplicam pelo país, como Raí, presente em clubes de Sergipe, São Paulo, Bahia e Distrito Federal, e Riquelme, que surge em uma longa lista de equipes espalhadas por praticamente todas as regiões do Brasil. Há ainda Romarinho, Felipão, Vampeta, Beckham, Dener, Bebeto e até Dembele.