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Cuba revela identidades de militares que teriam morrido no ataque dos EUA

O governo de Cuba divulgou nesta terça-feira (6) as identidades dos 32 agentes cubanos que trabalhavam na segurança do governo venezuelano e que teriam sido ...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 06/01/2026 às 20:21 · Atualizado há 22 horas
Cuba revela identidades de militares que teriam morrido no ataque dos EUA
Foto: Reprodução / Arquivo

O governo de Cuba divulgou nesta terça-feira (6) as identidades dos 32 agentes cubanos que trabalhavam na segurança do governo venezuelano e que teriam sido mortos durante o ataque dos Estados Unidos em Caracas.

Trinta e dois cubanos, vítimas de um novo ato criminoso de agressão e terrorismo de Estado, perpetrado contra a nossa irmã, a República Bolivariana da Venezuela, pelos Estados Unidos, perderam a vida em combate e após feroz resistência

— disse o Ministério das Forças Armadas ao divulgar a lista.

Os nomes incluem coronéis, um tenente-coronel, quatro majores e militares de outras patentes, com idades entre 26 e 67 anos.

Honra e glória aos nossos combatentes, caídos heroicamente ao enfrentar a agressão criminosa e o terrorismo de estado do governo dos EUA contra a Venezuela

— disse o ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, no X.

O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, ordenou dois dias de luto oficial a partir de segunda-feira (5), durante os quais as bandeiras ficam a meio mastro e a maioria dos atos públicos suspensos.

estavam cumprindo missões em representação das Forças Armadas Revolucionárias e do Ministério do Interior, a pedido dos órgãos correspondentes desse país (Venezuela)

— Segundo o dirigente, os cubanos .

depois de feroz resistência, em combate direto contra os agressores e como resultado dos bombardeios de instalações

— Ele relatou que os agentes morreram durante a captura do ditador Nicolás Maduro e sua esposa.

Cuba e Venezuela, dois aliados próximos, mantêm desde 2000 um acordo de cooperação abrangente que permite que milhares de médicos e profissionais cubanos da educação, da área do esporte e de outros setores permaneçam no país sul-americano.

Mas, até agora, nenhum dos dois países havia reconhecido o trabalho dos agentes de inteligência ou de segurança, o que era um segredo aberto.

Dado que o governo venezuelano não divulgou o número total de vítimas na intervenção militar americana, não se sabe qual a percentagem de mortos que representam os 32 cubanos.

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