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Blindagem da PF é questão-chave na sucessão de Lewandowski

A saída de Ricardo Lewandowski do Ministério da Justiça esquentou a discussão sobre o que pode mudar na estrutura do governo em meio às investigações conduzi...

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 09/01/2026 às 10:26 · Atualizado há 5 dias
Blindagem da PF é questão-chave na sucessão de Lewandowski
Foto: Reprodução / Arquivo

A saída de Ricardo Lewandowski do Ministério da Justiça esquentou a discussão sobre o que pode mudar na estrutura do governo em meio às investigações conduzidas nos últimos meses por uma Polícia Federal empoderada e autônoma.

Vagas no governo sempre despertam cobiça, e neste caso há o temor dos políticos com o avanço de investigações. Está em jogo também a blindagem da PF, considerada uma questão-chave.

Em Brasília, uma máxima que circula nestes dias é: a instituição que funciona hoje no Brasil é a Polícia Federal. Uma das propostas em discussão é dividir o ministério em dois: Justiça e Segurança Pública.

E um dos mais cotados para assumir essa nova estrutura é Andrei Rodrigues, o atual diretor-geral da Polícia Federal. É atribuída a ele a maior autonomia dada aos superintendentes da PF para trabalhar em suas investigações.

É do interesse do presidente Lula, em ano eleitoral, turbinar o assunto segurança pública, que deve ser um dos temas principais da disputa.

O ponto central: quem iria para a vaga do Andrei na PF? Afinal, ele tem que fazer a sua sucessão para garantir a continuidade do trabalho, com bom orçamento e liberdade para os investigadores.

Para a vaga de Lewandowski como ministro da Justiça, a bancada da Bahia patrocina o nome do jurista Wellington César Lima e Silva. Ele foi secretário especial para Assuntos Jurídicos da Casa Civil no começo terceiro mandato de Lula e agora trabalha na Petrobras.

Ele tem apoio de integrantes do STF e o apreço do ministro da Casa Civil, Rui Costa, e do senador Jaques Wagner, muito próximos de Lula.

Outros no governo querem emplacar Camilo Santana, ministro da Educação. E uma ala do Centrão apoia Rodrigo Pacheco, ex-presidente do Senado.

Se Andrei deixar mesmo o comando da PF, a operação casada poderá incluir a indicação de William Marcel Murad, hoje o número 2 da instituição.

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