A ativista venezuelana Rocío San Miguel, presa pelo regime de Maduro, em imagem de arquivo — Foto: Fernando Llano/ AP
A ativista venezuelana Rocío San Miguel, que também tem nacionalidade espanhola, foi libertada da prisão nesta quinta-feira (8). Ela estava detida desde 9 de fevereiro de 2024.
A soltura foi confirmada pelo governo espanhol. Mais cedo, o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, anunciou que o país libertaria unilateralmente "um número significativo" de prisioneiros venezuelanos e estrangeiros.
San Miguel foi presidente da ONG Control Ciudadano e supervisionava os compromissos de Caracas com o Estatuto de Roma e a Comissão Interamericana de Direitos Humanos.
As libertações, uma reivindicação frequente da oposição do país, são um gesto de paz, disse Rodríguez, acrescentando que a ação foi unilateral e não foi acordada com nenhuma outra parte.
O governo bolivariano, juntamente com as instituições estatais, decidiu libertar um número significativo de venezuelanos e estrangeiros, e esses processos de libertação estão ocorrendo neste exato momento
— acrescentou Rodríguez.
O deputado é irmão da presidente Delcy Rodríguez, que assumiu o cargo após o sequestro de Nicolás Maduro pelos EUA, no último sábado (3).
Não está claro se as negociações para as libertações envolveram o presidente Lula, o governo brasileiro ou algum outro ator político mencionado.
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