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Ataques dos EUA à Venezuela deixam ao menos 80 mortos, diz NYT

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 04/01/2026 às 23:51 · Atualizado há 2 dias
Ataques dos EUA à Venezuela deixam ao menos 80 mortos, diz NYT
Foto: Reprodução / Arquivo
O número de mortos em decorrência dos ataques realizados pelos Estados Unidos contra a Venezuela, na madrugada de sábado (03), chegou a pelo menos 80, segundo apuração do jornal norte-americano The New York Times. O total representa o dobro da estimativa divulgada pelo próprio veículo no dia anterior, que apontava 40 vítimas entre civis e militares. De acordo com o NYT, os dados atualizados foram fornecidos por um alto funcionário do governo venezuelano, que falou sob condição de anonimato. A fonte afirmou ainda que o número de mortos pode aumentar nas próximas horas, à medida que novas informações sejam confirmadas pelas autoridades locais. Mais cedo, o ministro da Defesa da Venezuela, general Vladimir Padrino, declarou que grande parte da equipe de segurança do presidente Nicolás Maduro morreu durante os bombardeios. Em pronunciamento exibido pela televisão estatal, o general classificou a operação como um “sequestro covarde”, mas não divulgou números oficiais de vítimas. Em entrevista ao jornal New York Post, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que “muitos cubanos morreram” durante a ação militar, sem detalhar quantidades. Segundo Trump, Cuba mantinha forte dependência econômica da Venezuela e atuava na proteção do governo venezuelano. “Isso não funcionou muito bem neste caso”, declarou. Ele também garantiu que nenhum militar norte-americano morreu na operação. Na noite de sábado (03), Nicolás Maduro e a primeira-dama, Cilia Flores, chegaram a Nova York após serem capturados em território venezuelano. O casal desembarcou no Aeroporto Internacional Stewart, onde o presidente venezuelano deve permanecer sob custódia das autoridades dos Estados Unidos. Divisão no continente impediu que uma declaração final fosse adotada Documento condena bombardeios na Venezuela, sequestro de Maduro e violação do direito internacional Chile, Colômbia, Espanha, México e Uruguai também assinam carta sobre situação na Venezuela

Fonte: Agências

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