A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou nesta quarta-feira (7) o calendário de acionamento das bandeiras tarifárias, mês a mês, para o ano de 2026.
Com condições favoráveis de geração elétrica, em janeiro deste ano foi acionada a bandeira verde, indicando que não haverá custo adicional nas contas dos consumidores.
Os primeiros meses de 2026 devem continuar com bandeira verde, sem cobrança adicional. Porém, apesar das perspectivas positivas à frente, as projeções podem ser alteradas.
Além do GSF (risco hidrológico), gatilho para o acionamento das bandeiras mais caras, outro fator de peso é o aumento do PLD (Preço de Liquidação de Diferenças) - valor calculado para a energia a ser produzida em determinado período.
O sistema de bandeira tarifária foi implementado em 2015 e sinaliza aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica por meio das cores das bandeiras tarifárias (verde, amarela ou vermelha).
Na segunda metade do ano já é vislumbrado grandes chances de uma prevalência da bandeira vermelha, com cobrança adicional entre R$ 4,46 e R$ 7,87 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos, como mostrou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.