Tudo sobre Google

Tudo sobre Inteligência Artificial
O Google apoia uma iniciativa que quer lançar uma constelação de satélites capazes de detectar, com ajuda de inteligência artificial (IA), pequenos focos de queimadas e incêndios florestais antes de eles se espalharem.
A constelação, chamada FireSat, é fruto da colaboração entre uma nova coalizão sem fins lucrativos chamada Earth Fire Alliance e a startup Muon Space, que projeta e opera redes de satélites, conforme divulgado pelo Google.
Já a big tech entra com:
- Dinheiro: Quantia equivalente a R$ 72 milhões, por meio do Google.org;
- Pesquisa: Equipe do Google Research ajuda a desenvolver a tecnologia para identificar e monitorar queimadas e incêndios.
Google acredita que constelação de satélites ajudaria combate a incêndios e queimadas
Satélites já coletam dados usados para alertar sobre grandes incêndios florestais. A aposta do Google, no caso, é que o FireSat forneça dados mais consistentes e de alta resolução. A relevância disso tem dois pontos principais:
- Por meio dessa tecnologia, daria para detectar chamas mais cedo do que os satélites existentes ou até mesmo as pessoas na região conseguem;
- Com dados mais precisos, satélites poderiam detectar focos em lugares remotos antes que o fogo chegasse a áreas mais povoadas.
Camada de fumaça de queimadas cobre o Brasil (Imagem: Reprodução/Inpe)Imagine que se essa tecnologia já existisse e fosse amplamente usada no Brasil, governo e autoridades teriam chance maior de combater as queimadas antes de elas tomarem conta do país.
Há uma lacuna significativa entre os dados que temos disponíveis hoje e o que poderíamos ter com uma cobertura de satélite melhor. Por isso, o Google Research se uniu a um grupo de cientistas e líderes da comunidade de incêndios para desenvolver uma nova constelação de satélites
Christopher Van Arsdale, pesquisador principal do grupo de Clima e Energia do Google Research e membro do conselho da Earth Fire Alliance, em coletiva de imprensa
Leia mais:
Como o FireSat poderia ajudar combate a queimadas e incêndios florestais
Como é hoje em dia:
- Focos são detectados primeiro por pessoas no chão ou em aviões, geralmente;
- Satélites que coletam dados sobre queimadas e incêndios florestais passam pelas regiões apenas algumas vezes ao dia;
- Outra limitação é que esses satélites detectam focos só depois de eles alcançarem grandes proporções porque cobrem áreas de sete a 14 mil metros quadrados – tamanho de dois campos de futebol);
Comparação entre precisão de satélites atuais e da constelação FireSat para vasculhar queimadas e incêndios florestais (Imagem: Google)O que o projeto FireSat propõe:
- Constelação teria mais de 50 satélites dedicados exclusivamente à observação de incêndios florestais;
- Vasculharia incêndios pelo mundo todo a cada 20 minutos;
- Detectaria incêndios pequenos (cinco metros quadrados, que é o tamanho de uma sala de aula);
- Usaria sensores e algoritmos personalizados para processar dados usando IA;
- Forneceria registro global de propagação de incêndios e queimadas para pesquisadores.
Assista abaixo um vídeo (em inglês, com tradução automática para português nas legendas) sobre como IA e FireSat podem ajudar bombeiros a enfrentar incêndios e queimadas:
[embed]https://www.youtube.com/watch?v=pmQlXLaHT_Y[/embed]
Próximos passos: A Muon Space planeja lançar o primeiro desses satélites no começo de 2025. Depois, a ideia é mandar três espaçonaves adicionais em 2026, o que ainda seria a primeira fase do projeto.
Contexto: Conforme a média das temperaturas aumentam e as secas se agravam, queimadas e incêndios florestais ficam mais perigosos. Isso é reflexo da ação humana combinada às mudanças climáticas (que também são consequências da mão do Homo sapiens sobre a natureza, diga-se).
Por isso, socorristas e cientistas buscam novas ferramentas para ajudar a manter as comunidades seguras contra incêndios. IA e novos satélites podem ajudar. A ver se até chegarem ao espaço ainda terá o que salvar.
'; } else if (playerDef.getAttribute('data-type') == 'iframe'){ target.innerHTML = ''; } else { target.innerHTML = '"'; } } }; OD.libraryLoaded(); if (window.OD_bodyAlreadyLoaded===true) OD.bodyLoaded(); document.addEventListener('click', OD.linkTargetPopup, true); //////////////////////////////////////////////// // OpenWeb //////////////////////////////////////////////// /* window.OD.addOnLoad(function(){ // Apenas matérias if (!OD.postID) return; // Callbacks window.openWeb_onNewUnseen = function(count) { var e = document.getElementById('openWebBellBadge'); if (e){e.innerText = count; e.setAttribute('data-unseen', (count>0 ? 'yes' : 'no'));} } window.openWeb_openNotifications = function(){ var payload = {postId: OD.postID, instanceId: "EmbeddedNotifications"}; if (typeof window.__OW_OPEN_NOTIFICATIONS__ === 'function') { window.__OW_OPEN_NOTIFICATIONS__(payload); window.openWeb_onNewUnseen(0); return; } document.addEventListener('ow-notifications-sdk-ready', function() { window.__OW_OPEN_NOTIFICATIONS__(payload); window.openWeb_onNewUnseen(0); }); // clicked but not loaded, load now if available window.OD.openWebInit(); }; // Init if (typeof window.__OW_SUBSCRIBE_TO_NOTIFICATIONS__ === 'function') { window.__OW_SUBSCRIBE_TO_NOTIFICATIONS__(OD.postID, window.openWeb_onNewUnseen); return; } document.addEventListener('ow-notifications-sdk-ready', function(){ window.__OW_SUBSCRIBE_TO_NOTIFICATIONS__(OD.postID, window.openWeb_onNewUnseen); }); }); */