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Brasileiros acreditam que crianças estão desprotegidas na internet, diz pesquisa

Voz do Sertão
Redação: Voz do Sertão 13/09/2024 às 16:03 · Atualizado há 4 dias
Brasileiros acreditam que crianças estão desprotegidas na internet, diz pesquisa
Foto: Reprodução / Arquivo

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Alana e divulgada pela Agência Brasil indica que 90% dos brasileiros acreditam que as empresas de redes sociais não estão fazendo o bastante para proteger crianças e adolescentes na internet.

O estudo, conduzido pelo Datafolha entre 12 e 18 de julho com 2.009 pessoas de 16 anos ou mais de todas as classes sociais, revela um consenso sobre a necessidade de ações mais eficazes.

Divulgada na última quinta-feira (12), a pesquisa mostra que 97% dos entrevistados acham que as empresas deveriam adotar medidas como exigir comprovação de identidade dos usuários, aprimorar o atendimento para denúncias, proibir publicidade e vendas direcionadas a crianças, eliminar a reprodução automática e a rolagem infinita de vídeos, ou limitar o tempo de uso das plataformas.

Maria Mello, co-líder do Eixo Digital e coordenadora do programa Criança e Consumo do Instituto Alana, destacou que a pesquisa reflete uma percepção ampla de que a inação das empresas está prejudicando o desenvolvimento das crianças e adolescentes, que têm direito à proteção digital.

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Redes sociais com conteúdos abusivos e tendência a causar vício em crianças preocupa brasileiros – Imagem: BearFotos/Shutterstock

O levantamento também revela que 80% dos brasileiros consideram que a legislação nacional protege menos as crianças e adolescentes do que a de outros países. Em relação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), 70% acreditam que ela não tem sido eficaz no combate à publicidade infantil.

Além disso, a pesquisa aponta uma percepção generalizada sobre o impacto das redes sociais na segurança, saúde e desenvolvimento das crianças e adolescentes.

Mais dados da pesquisa:

  • 93% dos entrevistados acham que as crianças estão se tornando viciadas em redes sociais;
  • 92% acreditam que é muito difícil para elas se defenderem sozinhas de conteúdos inadequados;
  • 87% consideram que a publicidade nas redes incentiva o consumo excessivo;
  • 86% acreditam que o conteúdo mais acessado por crianças e adolescentes não é apropriado para sua faixa etária.
crianças redes sociaisBrasileiros consideram que a legislação nacional é insuficiente para proteger crianças nas redes sociais – Imagem: Studio Romantic/Shutterstock '; } else if (playerDef.getAttribute('data-type') == 'iframe'){ target.innerHTML = ''; } else { target.innerHTML = '"'; } } }; OD.libraryLoaded(); if (window.OD_bodyAlreadyLoaded===true) OD.bodyLoaded(); document.addEventListener('click', OD.linkTargetPopup, true); //////////////////////////////////////////////// // OpenWeb //////////////////////////////////////////////// /* window.OD.addOnLoad(function(){ // Apenas matérias if (!OD.postID) return; // Callbacks window.openWeb_onNewUnseen = function(count) { var e = document.getElementById('openWebBellBadge'); if (e){e.innerText = count; e.setAttribute('data-unseen', (count>0 ? 'yes' : 'no'));} } window.openWeb_openNotifications = function(){ var payload = {postId: OD.postID, instanceId: "EmbeddedNotifications"}; if (typeof window.__OW_OPEN_NOTIFICATIONS__ === 'function') { window.__OW_OPEN_NOTIFICATIONS__(payload); window.openWeb_onNewUnseen(0); return; } document.addEventListener('ow-notifications-sdk-ready', function() { window.__OW_OPEN_NOTIFICATIONS__(payload); window.openWeb_onNewUnseen(0); }); // clicked but not loaded, load now if available window.OD.openWebInit(); }; // Init if (typeof window.__OW_SUBSCRIBE_TO_NOTIFICATIONS__ === 'function') { window.__OW_SUBSCRIBE_TO_NOTIFICATIONS__(OD.postID, window.openWeb_onNewUnseen); return; } document.addEventListener('ow-notifications-sdk-ready', function(){ window.__OW_SUBSCRIBE_TO_NOTIFICATIONS__(OD.postID, window.openWeb_onNewUnseen); }); }); */

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